São Paulo – Quando se fala em investimentos e finanças pessoais toda gente a todo o momento tem um conselho pra doar ou solicitar. Mas como em qualquer campo da vida, existem os bons e maus conselhos de investimentos. 1. Se você tem bastante dinheiro ou é jovem, invista em aplicações de maior risco, como ações ou fundos multimercados. Em linhas gerais, este raciocínio até é fundado. Mas o CFP Valter Police, planejador financeiro certificado pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), lembra que é muito arriscado “seguir a onda” dos conselhos genéricos, que levam em conta somente um fator.
São aquelas sugestões que consideram apenas a idade da pessoa, ou quanto dinheiro ela tem, ou ainda qual investimento deve ser mais rentável dado o instante econômico. Nesses casos, as sugestões podem servir como um norte, mas não necessitam ser levadas a ferro e fogo, com o propósito de definir o que você vai fazer com o seu dinheiro. “A dica genérica de onde investir, do investimento do instante, é muito arriscada. Não existe um investimento que possa ser agradável em si, porém sim aquele que é mais adequado para cada pessoa.
A possibilidade de um investimento não diz respeito apenas à capacidade de investimento, porém assim como ao seu perfil – histórico, traumas, objetivos, prazos”, explica Police. Ele complementa inclusive até quando, por essa explicação, para uma definida quantia é possível ter planejamentos totalmente diferentes. “Para alguém que tenha cem 1000 reais pra investir, talvez a melhor escolha, dentro de seus objetivos, seja botar a quantia pela poupança.
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Já outra quem sabe possa direcionar o dinheiro a fundos imobiliários; ou ainda diversificar em quatro aplicações diferentes. Vai depender muito dos objetivos”, diz Police. 2. Se o seu investimento é de enorme tempo, invista pela Bolsa. Segundo o professor Samy Dana, no Brasil essa dica não têm se mostrado produtivo.
“Existe um correto ‘glamour’ em investir em Bolsa no Brasil, contudo por aqui o efeito da Bolsa no comprido tempo frequentemente perde da renda fixa. Não isto é que a Bolsa não venha a ser um bom investimento de grande tempo, todavia até agora, não tem sido”, observa o professor.
Dana cita um estudo que ele mesmo realizou vendo 2 1 mil períodos de dez anos, de 1994 a 2011. A renda fixa ganha da renda versátil em 60% das vezes. É claro que nem sequer tudo pela Bolsa se diminui ao Ibovespa, índice usado na comparação do professor, e a Bolsa ainda se contou vitoriosa em 40% dos períodos analisados.
Mas dado o histórico de juros altos no Brasil, é prazeroso perceber que o sucesso do o investimento em Bolsa no extenso tempo não é líquido e certo. Se o patamar de juro de um dígito se prolongar, e com a nova metodologia do Ibovespa (que torna o índice mais representativo da Bolsa brasileira) é até possível que, futuramente, este cenário se reverta. Mas até o momento, essa dica merece um certo cuidado.
3. Quando sua ação desvaloriza, compre mais ações pra conter o preço médio. O diretor técnico da Apogeo Investimentos, Paulo Bittencourt, explica que outras pessoas aconselham os investidores de Bolsa a comprarem a ação mais barata quando seu preço cai, a final de diminuir o preço médio. “Dessa maneira ficaria menos difícil entrar em uma zona de lucro no momento em que a ação voltasse a subir”, diz Bittencourt.
Na opinião de Paulo Bittencourt, todavia, essa “técnica” limita-se a ter um efeito psicológico. Na verdade, o mais respeitável é notar se a empresa está passando por algum defeito em teu negócio que justificaria aquela desvalorização. Principalmente no caso de uma queda brusca e de grande amplitude, como no exemplo.