São Paulo – Não há como prever, algumas vezes, como o público reagirá a uma campanha publicitária. Nem sempre as ações de marketing saem como o planejado, seguindo à risca o roteiro pensado. Às vezes é inexistência de sorte da marca, porém em algumas tantas é inexistência de prazeroso senso mesmo.
Em 2016, várias marcas passaram por momentos de crise ao ter de lidar com uma gafe de marketing. Seja por uma mensagem confusa, uma aposta arriscada ou simplesmente uma ideia muito mau, o público não perdoa nessas horas. Sobram considerações e risadas pelas mídias sociais. Às vezes, são pequenas gafes que rendem uma etapa desconfortável, mas passam rapidamente sem grandes danos. Outras vezes, a gafe acaba tornando-se coisa séria e a marca envolvida deve repensar seus conceitos. Confira a escoltar, nas imagens, as vinte e cinco gafes do ano. O chocolate da marca Toblerone, ao reduzir de tamanho e alterar seu formato, causou uma avalanche de piadas, memes e críticas nas redes sociais.
- Deixe a luz do sol entrar
- Em 02/06/2013 às 19:00 | Responder Cecilia
- 5 – Criar uma lista de compradores
- Amplas Capacitações de destinos e bem como de produtos nacionais e internacionais
- 14 . Operadores de turismo
A caixa, do mesmo tamanho, traz um chocolate pequeno dentro (com espaços maiores entre seus usuais “gomos”). A marca justificou a alteração informando que teria de acrescentar o preço do item caso o tamanho permanecesse o mesmo. A Coca-Cola causou uma amplo decadência na Ucrânia. Primeiro, a marca colocou em teu anúncio um mapa da Rússia, entretanto não incluiu a região da Crimeia – que pertence à Ucrânia, entretanto é território disputado entre os dois países.
Após reclamações dos russos nas redes sociais, a marca alterou a imagem e incluiu a Crimeia como território ante comando de Moscou. Mas isto, claro, causou profunda revolta entre os ucranianos, que veem na luta pela localidade uma declaração nacionalista e contra a interferência de Putin. Um sutil e complexo problema geopolítico que a Coca não deveria ter tentado apontar. Uma campanha da Gucci ganhou fortes opiniões e foi proibida no Reino Unido ao trazer uma padrão que foi considerada “magra excessivo”. A ASA (Advertising Stantards Authority) julgou que a modelo tinha aparência apática e parecia doente, e também ter um organismo desproporcional.
Uma campanha da Aspirina, da Bayer, teve de devolver prêmio no Festival de Cannes depois de intensas opiniões nas mídias sociais. Na campanha criada pela agência brasileira AlmapBBDO pra Aspirina e para a tua versão com cafeína (CafiAspirina), uma ocorrência foi apresentada em duas cores. A cor verde trazia uma frase e remetia à Aspirina.
A cor vermelha, que de certa forma “contrariava” a primeira frase, representava a CafiAspirina. Três frases compunham as peças da campanha: “Relaxa, até parece que estou gravando isto .MP3”; “Calma afeto, não estou filmando isso .MOV”; e “Tá tudo bem, não estou anotando nada .DOC”. As duas primeiras foram consideradas machistas e de profundo mau amo, por causa de pareciam relativizar um crime. A Adidas cometeu uma gafe e tal em seu anúncio pra Copa América de 2016, que aconteceu nos EUA. A marca é a patrocinadora do utensílio esportivo da seleção da Colômbia.