Na semana passada o FFW publicou uma matéria a respeito do encontro do digital no jornalismo de moda, com questão na crítica, ouvindo as principais vozes entre os especialistas brasileiros. Agora, inspirados por uma discussão publicada pela mais recente edição da System Magazine, abordamos o mercado das revistas impressas, que há anos tem sofrido com as crises econômicas e com o próprio modelo do negócio.
Quando se trata de print, a todo o momento há aqueles que acreditam que as revistas terminaram. Mas, felizmente, pra tudo há os dois lados. Existe bem como os print lovers, não só entre os leitores, todavia entre os criadores de conteúdo. É caso que os carros impressos passam por grave uma decadência. A Conde Nast, detentora da Vogue teve prejuízo de mais de 120 milhões de dólares em 2o18 graças a queda nas vendas e pela publicidade.
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Muitas revistas fecharam (as edições nacionais da Elle e Cosmopolitan) ou vão fechar muito em breve; outras tem sido vendidas (a mais recente foi da W Magazine, que deixará de circular em banca). Ao mesmo tempo, nunca vimos tamanha quantidade de títulos independentes pelo universo, com circulação bi-anual, entre elas a FFW, que encontrou nesse modelo uma maneira de fornecer edições significativas, condizentes com teu propósito de peculiaridade. Cinquenta e cinco Mag; Juliano Corbetta, Editor Chefe da Made In Brazil; e Cassia Tabatini, fotógrafa e editora da Fort. Quais são os desafios atuais que as revistas estão enfrentando? Augusto: Primeiro, o alto gasto de produção x a desvalorização desta mídia por divisão da publicidade.
Com menos dinheiro, a qualidade do assunto é prejudicada, consequentemente isto é percebido pelo leitor que decide outras maneiras de consumir fato pelo motivo de não dependem mais exclusivamente do impresso. Depois, a pressão dos anunciantes pra mostrar-se no assunto colocando em traço a verdade da alternativa editorial. E por último, o vício do conteúdo gratuito que a internet desenvolveu desestimulando as pessoas a pagarem por dado.
Susana: Do ponto de visão do negócio, deixe-me dizer é a ausência de investimento. As verbas publicitárias destinadas ao impresso, em qualquer seguimento, vêm sofrendo uma queda significativa nos últimos anos. O paradigma usual de revista mensal vem sendo cada vez menos sustentável já que em alguns meses a receita é muito pequena e o gasto da operação continua alto (papel, impressão, folha de pagamento). As vendas em bancas assim como encolheram e representam muito insuficiente nos dias de hoje pela circulação total.
A operação de assinaturas não é sempre que é lucrativa, visto que os custos de distribuição costumam ser altos bem como. E o digital ainda não representa a maior parte do faturamento. Ou melhor, está cada vez mais difícil fazer essa conta fechar. É preciso repensar este paradigma de negócio. Juliano: A maioria das revistas, principalmente mensais, perdeu a relevância por grandes fatores.